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Palabras clave: 'Historia política'.
9 coincidencia(s) encontradas.

Capítulo de libro

Entre as múltiplas semânticas do castigo: Prenda-me!

Carmen Hein de Campos
2018

A criminologia cultural, recentemente, incorporou em seu campo de interesse a imagem como objeto de estudo para compreender e sensibilizar sobre as variadas manifestações do desvio, as estratégias de controle penal e das realidades do castigo.
As manifestações artísticas – e particularmente o cinema – também produzem discursos sobre o crime (criminologias populares). Cogitamos, inclusive, que as imagens e as representações veiculadas pelo cinema, e mais recentemente pelas séries de TV, possuem um alcance social maior que aquelas difundidas pelas “criminologias acadêmicas”. Parece-nos produtiva, como frente de pesquisa, observar as produções cinematográficas a partir das lentes das criminologias acadêmicas. A maneira como diferentes temas são levados ao grande público sugere um amplo repertório de visões sobre questões que se tornaram historicamente temas de interesse das criminologias.
Este volume apresenta o exercício empreendido por nós e por pesquisadores( as) parceiros(as) do grupo Política Criminal, de desafiar os limites da escrita acadêmica pelo diálogo sobre as manifestações artísticas cinematográficas. Cuidamos, neste volume, da punição, mais especificamente, das semânticas do castigo. Os discursos criminológicos contemporâneos não se ocupam exclusivamente da punição institucionalizada, e sim do sofrimento de todos os dias, dos castigos autoimpostos, de suas peculiaridades, consequências e formas de constituir os mundos em que transitamos, sejam eles reais ou ficcionais. Em uma leitura fenomenológica, devemos considerar que a experiência do castigo recomenda ir além do visível e explicitado. Pensar as semânticas do castigo supõe levar em conta extenso repertório de práticas e atitudes construídas a partir do compartilhamento de sentidos atribuídos a rituais, contextos sociais e instituições. Supõe considerar o castigo como categoria plural, com variações locais relevantes, nem sempre de fácil cognição ou descrição. Abrir-se a esse caleidoscópio de imagens e discursos é um convite que fazemos a quem nos acompanha nesta viagem pelos cinemas e pelas criminologias.

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Capítulo de libro

Violência contra mulheres em nome de Deus

Ela Wiecko Volkmer de Castilho
2018

A criminologia cultural, recentemente, incorporou em seu campo de interesse a imagem como objeto de estudo para compreender e sensibilizar sobre as variadas manifestações do desvio, as estratégias de controle penal e das realidades do castigo.
As manifestações artísticas – e particularmente o cinema – também produzem discursos sobre o crime (criminologias populares). Cogitamos, inclusive, que as imagens e as representações veiculadas pelo cinema, e mais recentemente pelas séries de TV, possuem um alcance social maior que aquelas difundidas pelas “criminologias acadêmicas”. Parece-nos produtiva, como frente de pesquisa, observar as produções cinematográficas a partir das lentes das criminologias acadêmicas. A maneira como diferentes temas são levados ao grande público sugere um amplo repertório de visões sobre questões que se tornaram historicamente temas de interesse das criminologias.
Este volume apresenta o exercício empreendido por nós e por pesquisadores( as) parceiros(as) do grupo Política Criminal, de desafiar os limites da escrita acadêmica pelo diálogo sobre as manifestações artísticas cinematográficas. Cuidamos, neste volume, da punição, mais especificamente, das semânticas do castigo. Os discursos criminológicos contemporâneos não se ocupam exclusivamente da punição institucionalizada, e sim do sofrimento de todos os dias, dos castigos autoimpostos, de suas peculiaridades, consequências e formas de constituir os mundos em que transitamos, sejam eles reais ou ficcionais. Em uma leitura fenomenológica, devemos considerar que a experiência do castigo recomenda ir além do visível e explicitado. Pensar as semânticas do castigo supõe levar em conta extenso repertório de práticas e atitudes construídas a partir do compartilhamento de sentidos atribuídos a rituais, contextos sociais e instituições. Supõe considerar o castigo como categoria plural, com variações locais relevantes, nem sempre de fácil cognição ou descrição. Abrir-se a esse caleidoscópio de imagens e discursos é um convite que fazemos a quem nos acompanha nesta viagem pelos cinemas e pelas criminologias.

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Artículo

As mulheres e o novo constitucionalismo: Uma narrativa feminista sobre a experiência brasileira

Salete Maria da Silva
2015

O novo constitucionalismo que vem se construindo, paulatinamente, na América Latina tem por base e característica principal a crescente participação popular nos processos políticos que culminaram com a redemocratização dos Estados desta região. Dentre os diversos grupos e movimentos sociais que contribuíram para a inserção de novos direitos nos textos constitucionais latino-americanos, destacam-se os movimentos feministas e de mulheres que, ao longo da década de 1980, passaram a pugnar pela constitucionalização de suas demandas históricas. No Brasil, a exemplo de alguns países vizinhos, as mulheres atuaram decisivamente na Assembleia Nacional Constituinte de 1987/88, articulando democracia participativa e representativa e ampliando, de maneira extraordinária, os direitos de cidadania feminina. Não obstante isto, a historiografia constitucional brasileira tem desconhecido, silenciado e/ou omitido tal fato, contribuindo, ainda mais, para análises e interpretações jurídicas e políticas unidimensionais, androcêntricas e desconectadas da realidade social. Visando preencher esta lacuna, este texto, traz uma narrativa feminista do processo constituinte, baseando-se em análise documental e em entrevistas realizadas com algumas das mais destacadas protagonistas deste momento histórico.

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Artículo

Historia de deformidades perfectas y la imposibilidad de la segunda muerte: Reseña del libro del Dr. Carmelo Delgado Cintrón titulado Cien años de caricaturas políticas puertorriqueñas (1898-1998)

Chloé S. Georas Santos
2016

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Documento

Constitución, historia y territorio: Lectura crítica de los relatos espaciales presentes en la Asamblea Nacional Constituyente de 1991

María Victoria Castro
2010

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Artículo

Regeneración y patología. Análisis de la historicidad de los discursos de la ausencia y anomia del estado de la regeneración hasta nuestros días

Lina Fernanda Buchely Ibarra
2012

El artículo se pregunta por la historicidad de las narrativas académicas que
califican la existencia del estado como ausente, precaria o fallida. Utilizando la
metodología del análisis de discurso se tiene como objetivo contrastar las narrativas
regeneradoras en torno a la catástrofe del estado con los discursos académicos
contemporáneos construidos en torno a la patología e insuficiencia del aparato público.
Pese a sus aparentes diferencias ideológicas, el discurso político del siglo xix y la
narrativa académica contemporánea, muestran fuertes coincidencias, como reacciones
a una ausencia simbólica de autoridad o fuerza de gobierno. La autora concluye con
una reflexión en torno a la historicidad de las narrativas académicas, identificando el
discurso de la patología del estado como una Regeneración deslocalizada

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Artículo

El Ius Constitutionale Commune Latinoamericanum y los desafíos de la judicialización de la política

Ana Micaela Alterio
2018

Este artículo estudia críticamente el concepto de Ius Constitutionale Commune
Latinoamericanum (ICCAL) como fenómeno de judicialización de la política a nivel regional. Partiendo de la afirmación de que el derecho constitucional es político, se analizan algunos rasgos del ICCAL como la ideología que lo inspira, la teoría en que se apoya el concepto y el arreglo institucional que lo sostiene, para problematizar su carácter “común”. Bajo el entendido que cualquier proyecto constitucional está indisolublemente ligado a un diseño institucional que lo lleva a cabo, se critica la apuesta por un modelo juricentrista, anclado en la interpretación que la Corte Interamericana de Derechos Humanos hace de los derechos reconocidos como universales, para proponer un sistema basado en procedimientos deliberativos e igualitarios que fortalezcan la democratización de la región.

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Video

Exposición de Julieta Di Corleto en el panel Defender a les que se defienden

Julieta Di Corleto
2019 | INECIP Videoteca

Julieta di Corleto, dra. en Historia e integrante de Doctrina Penal Feminista, invita a pensar qué es lo que hacen lxs operadorxs judiciales, y en especial la defensa, cuando son las mujeres las que están involucradas como infractoras a la ley penal.

Corleto dice que es necesaria una defensa penal sensible a las singularidades que presentan los casos de mujeres infractoras, que tienen una trayectoria delictiva muy distinta a la de los varones. Cuál es el tipo de delito, cuáles son la motivaciones y cuál es la especificidad de una atención jurídica diferente son algunas de las preguntas que plantea.

Como contexto explica que la criminalidad ha sido asociada, en general, a lo masculino y las mujeres han quedado por fuera de la reflexión de las propias infracciones, es decir hay un ejercicio de parte de lxs que defienden en pensar en defensas de sujetos varones.

La exposición se desarrolló en el panel: "Defender a les que se defienden: desafíos de una defensa penal efectiva en contextos institucionales cisheteropatriarcales" del Encuentro Feminismos y Política Criminal de Inecip.

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Libro

Manual de derecho administrativo

Helena Alviar García
| Universidad de los Andes

Este manual, elaborado por los profesores del área de Derecho Público de la Facultad de Derecho de la Universidad de los Andes, está integrado por seis trabajos de la más alta calidad académica que abordan crítica e interdisciplinariamente contenidos tradicionales y actuales de la materia. Tales trabajos se ocupan en temas como la historia del derecho administrativo en Colombia, la política administrativa, el concepto de Estado de derecho, la descentralización administrativa y las finanzas públicas, los servicios públicos y, finalmente, la responsabilidad del Estado.

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